As vezes sentamos na calçada de casa sem nada na cabeça.
Outras vezes sozinhos. Mas sempre pensando em alguém.
Do que adianta estarmos rodeados de pessoas quando você não esta lá?
Então pra que?
Ou então por que?
As vezes acho que não me quer. Mas no final bem que me quer.
Não sei o que fazer.
Por que as vezes sentamos na calçada de casa sem ter o que fazer.
domingo, 28 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Assim se faz uma noite
A noite chega como quem não quer chegar!
e o tempo passa.
Os seus olhos me dizendo coisas que não podia acreditar.
e o tempo passa.
Seu sorriso me mostrando a sincera verdade dos olhos, seu rosto.
Suas pernas nas minhas, suas mãos, seu corpo!
Já não sei mais quem eu sou!
O que pensar.
Quem é você que me deixa bobo, bobo, louco.
O que é sua vida e qual é minha parte nela. "Um rio raso, um passo em falso"
Ainda não sei! e não sei se tenho coragem de saber! Quem é você?
Não sei o que quer de mim.
Não sei qual será o meu fim.
Não quero me fechar belamente, ou simplesmente descobrir o inevitável.
Já não sei mais o que o Cazuza tem haver com gente, só lembro do beijo.
Da noite que não trocamos por nada, do dia de ressaca!
Quem será você que tem nome, mas não me conta de sua vida.
Com quem eu concorro?
E a noite se vai, com seu cheiro se perdendo em meu corpo.
Seu gosto presente na minha boca do beijo que não tenho mais.
Do seu rosto que não sei quando vou ver.
Da agua que não vou beber. e o tempo mais uma vez passou, a noite acabou.
Sonho? espero que não!
e o tempo passa.
Os seus olhos me dizendo coisas que não podia acreditar.
e o tempo passa.
Seu sorriso me mostrando a sincera verdade dos olhos, seu rosto.
Suas pernas nas minhas, suas mãos, seu corpo!
Já não sei mais quem eu sou!
O que pensar.
Quem é você que me deixa bobo, bobo, louco.
O que é sua vida e qual é minha parte nela. "Um rio raso, um passo em falso"
Ainda não sei! e não sei se tenho coragem de saber! Quem é você?
Não sei o que quer de mim.
Não sei qual será o meu fim.
Não quero me fechar belamente, ou simplesmente descobrir o inevitável.
Já não sei mais o que o Cazuza tem haver com gente, só lembro do beijo.
Da noite que não trocamos por nada, do dia de ressaca!
Quem será você que tem nome, mas não me conta de sua vida.
Com quem eu concorro?
E a noite se vai, com seu cheiro se perdendo em meu corpo.
Seu gosto presente na minha boca do beijo que não tenho mais.
Do seu rosto que não sei quando vou ver.
Da agua que não vou beber. e o tempo mais uma vez passou, a noite acabou.
Sonho? espero que não!
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
O Bar
Sentado em uma esquina do Mundo
Eu vejo o tempo passar
O mesmo tempo que não para; impiedoso.
Tempestade em alto mar.
Porém lá, vejo o mundo, mãos afoitas, olhos trincados,
pele rachada do tempo que hoje parou
Cidade pequena, tempo teima, teima mas passa
Cansa mas chega.
Como um doce que descansa e lembra do tempo que foi pé, que era fruta.
Eu vejo o tempo passar
O mesmo tempo que não para; impiedoso.
Tempestade em alto mar.
Porém lá, vejo o mundo, mãos afoitas, olhos trincados,
pele rachada do tempo que hoje parou
Cidade pequena, tempo teima, teima mas passa
Cansa mas chega.
Como um doce que descansa e lembra do tempo que foi pé, que era fruta.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Alma nova
Agora sim, uma musica de um dos maiores musicos da atualidade. Zeca Baleiro.
Sempre que te vejo assim linda nua e um pouco nervosa
minha velha alma cria alma nova
Quer voar pela boca, quer sair por aí
Eu digo calma alma minha, calminha ainda não é hora de partir
Então ficamos minh' alma e eu olhando o corpo teu sem entender
como é que a alma entra nessa história afinal o amor é tão carnal
eu bem que tento, tento entender
mas a minha alma não quer nem saber, só quer entrar em você
Como tantas vezes já me vi fazer
Eu digo calma alma minha, calminha você tem muito o que aprender
Bem, é isso aí né.
Sempre que te vejo assim linda nua e um pouco nervosa
minha velha alma cria alma nova
Quer voar pela boca, quer sair por aí
Eu digo calma alma minha, calminha ainda não é hora de partir
Então ficamos minh' alma e eu olhando o corpo teu sem entender
como é que a alma entra nessa história afinal o amor é tão carnal
eu bem que tento, tento entender
mas a minha alma não quer nem saber, só quer entrar em você
Como tantas vezes já me vi fazer
Eu digo calma alma minha, calminha você tem muito o que aprender
Bem, é isso aí né.
qualquer coisa
Paixão sem limite e você longe de mim.
Amor correspondido e você ainda longe de mim.
Mas o dia vai chegar, e ai então estaremos juntos.
Numa praia, na calçada, sentados olhando a lua,
Qualquer coisa que o valha.
Só de estar junto, sentir sua mão, ouvir a respiração.
Deitar com você em meu peito.
Olhos castanhos, quando te terei por inteiro?
Mas agora o que sinto é solidão, vazio no peito.
Amor correspondido e você ainda longe de mim.
Mas o dia vai chegar, e ai então estaremos juntos.
Numa praia, na calçada, sentados olhando a lua,
Qualquer coisa que o valha.
Só de estar junto, sentir sua mão, ouvir a respiração.
Deitar com você em meu peito.
Olhos castanhos, quando te terei por inteiro?
Mas agora o que sinto é solidão, vazio no peito.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
existem experiências que você vive sem nunca ter saído do quarto, e existem musicas ouvidas sem nunca terem tocado.
É mais fácil observar a bela da poesia sem saber a sua melodia. que riminha né? mas juro que saiu sem querer. se fosse pagode virava hits nacional. mas deixando isso tudo pra lá.
Me admira ler pequenas palavras que se transformam em grandes poesias. aqui vai mais uma musica. só que desta vez de Chico Buarque, chamada: "A ostra e o Vento", mas desta vez é só uma parte mesmo.
"Vai a onda Vem a nuvem Cai a folha
Quem sopra meu nome?
Pai, o tempo está virando Pai, me deixa respirar o vento Vento
Nem um barco Nem um peixe Cai a tarde
Quem sabe o meu nome?
Paisagem Ninguém se mexe Paira o Sol.
Pai, olha que o tempo vira Pai, me deixa caminhar ao vento Vento"
esta eu deixo pra vocês
É mais fácil observar a bela da poesia sem saber a sua melodia. que riminha né? mas juro que saiu sem querer. se fosse pagode virava hits nacional. mas deixando isso tudo pra lá.
Me admira ler pequenas palavras que se transformam em grandes poesias. aqui vai mais uma musica. só que desta vez de Chico Buarque, chamada: "A ostra e o Vento", mas desta vez é só uma parte mesmo.
"Vai a onda Vem a nuvem Cai a folha
Quem sopra meu nome?
Pai, o tempo está virando Pai, me deixa respirar o vento Vento
Nem um barco Nem um peixe Cai a tarde
Quem sabe o meu nome?
Paisagem Ninguém se mexe Paira o Sol.
Pai, olha que o tempo vira Pai, me deixa caminhar ao vento Vento"
esta eu deixo pra vocês
O planeta
Plante uma Rosa e ponha os pés no chão.
Afinal, não teremos muito tempo para sonhar.
Plante uma árvore antes que seja tarde.
Não vá se arrepender pelo o que não fez.
Afinal, não teremos muito tempo para sonhar.
Plante uma árvore antes que seja tarde.
Não vá se arrepender pelo o que não fez.
domingo, 23 de setembro de 2007
Assim não se faz nada
Tentei olhar no abismo da alma.
Busquei encontrar as primeiras respostas,
E o que foi que eu vi?
O que foi que eu encontrei?
Andei pelo fogo, e não me queimei.
e o orgulho que busquei ter a vida toda
se foi ao ver queimar as minhas mãos quando eu menos esperava.
A criança se foi sem dizer adeus.
Os sonhos acordaram, e ainda é meia noite no jardim da vida
Busquei encontrar as primeiras respostas,
E o que foi que eu vi?
O que foi que eu encontrei?
Andei pelo fogo, e não me queimei.
e o orgulho que busquei ter a vida toda
se foi ao ver queimar as minhas mãos quando eu menos esperava.
A criança se foi sem dizer adeus.
Os sonhos acordaram, e ainda é meia noite no jardim da vida
Fernando Pessoa
Lá vai uma parte de um belo poema de Fernando Pessoa, chamado
BRINCAVA A CRIANÇA:
"E havia comigo
Por trás de onde eu estou,
Mas se volto a cabeça
Já não sei o que sou."
Nas tardes de "muleque", brincávamos todos os pequenos grandes amigos, sem saber o que éramos. E quem somos agora? O que restamos das tardes de verão.
BRINCAVA A CRIANÇA:
"E havia comigo
Por trás de onde eu estou,
Mas se volto a cabeça
Já não sei o que sou."
Nas tardes de "muleque", brincávamos todos os pequenos grandes amigos, sem saber o que éramos. E quem somos agora? O que restamos das tardes de verão.
sábado, 22 de setembro de 2007
apenas algumas palavras
Não sei se vocês acreditam nas coincidências da vida, mas o que podemos fazer quando o que sabemos é o só o que nos dizem. Pra ser sincero não espero da vida mais do que isso, a felicidade nunca me encontrou em uma esquina.
Cartas ao Vento
Assim ela buscou o infinito dentro de uma única hora.
E nunca mais foi embora, soube então que estava entregue ao tempo,
jogando cartas ao vento ela se foi, perdida buscou o que nunca teve.
A saudade agora aumenta.
Olhos castanhos. Escuros da noite de tempestade.
Dias claros.
Me perco em meus sonhos, olhos castanhos.
E nunca mais foi embora, soube então que estava entregue ao tempo,
jogando cartas ao vento ela se foi, perdida buscou o que nunca teve.
A saudade agora aumenta.
Olhos castanhos. Escuros da noite de tempestade.
Dias claros.
Me perco em meus sonhos, olhos castanhos.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
O primeiro
Estava voltando da casa de um amigo, pensando na vida e ouvindo uma musica do Renato Teixeira, uma musica chamada OLHOS PROFUNDOS, que tem uma poesia linda que transcrevo um trecho agora.
"Feito um menino que permite ao coração
sair correndo sem destino ou direção
Que vire vento e sopre feito um furacão
Que nesse fogo por amor eu ponho a mão
E até permito as cantorias da paixão
O velho barco toda vez que vê o mar
Fica confuso, com vontade de zarpar
E ver o mar às vezes bem que é preciso
Pra ter certeza de ainda estar-se vivo
Mesmo que o casco esteja velho e corroído
Por uma estrada que vai dar não sei aonde
Por meu destino o coração é quem responde
Braços abertos pra acender a luz do peito
Com grande amor que seja puro amor refeito
Olhos profundos não me olhem desse jeito"
Esta poesia realmente é muito bela, e voltar pra casa ouvindo uma musica assim sempre é bom, afinal voltar pra casa não tem preço.
"Feito um menino que permite ao coração
sair correndo sem destino ou direção
Que vire vento e sopre feito um furacão
Que nesse fogo por amor eu ponho a mão
E até permito as cantorias da paixão
O velho barco toda vez que vê o mar
Fica confuso, com vontade de zarpar
E ver o mar às vezes bem que é preciso
Pra ter certeza de ainda estar-se vivo
Mesmo que o casco esteja velho e corroído
Por uma estrada que vai dar não sei aonde
Por meu destino o coração é quem responde
Braços abertos pra acender a luz do peito
Com grande amor que seja puro amor refeito
Olhos profundos não me olhem desse jeito"
Esta poesia realmente é muito bela, e voltar pra casa ouvindo uma musica assim sempre é bom, afinal voltar pra casa não tem preço.
Agora Vai
Bem, começando mais um blog. Acho que agora vai. Será um blog voltado para o nada, para o tudo para a filosofia do não ter o nada para falar. Aqui estará alguns contos meus, seus, nossos, quaisquer um. poesias, escritos, letras, numeros, o que quiser, o que puder.
Espero notícias, e visitas.
Espero notícias, e visitas.
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