quarta-feira, 15 de outubro de 2008


Tempo

Como o tempo é capaz de tornar tudo menor
Transformar tudo que temos
Buscar e levar o que tenho
Tempo que busca meu amor
Tempo que leva a minha dor
Transforma meu coração

Com o tempo aprendemos
A ser nós mesmos

Tempo que busca meu amor
Tempo que leva minha dor

Com o tempo aprendemos
A ser nós mesmos

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Destino ou Acaso

As vezes as coisas simplesmente acontecem

E na maioria das vezes não sabemos nem explicar o que aconteceu

O que passa em nossa mente ou em nossos corações

O inexplicável nos toma por completo e somos compelidos a acreditar no inacreditável

E assim buscamos o destino e o acaso

E então tudo depende de que lado você está.

Naquela noite não havia o acaso

Havia o desconhecido, ou até mesmo o impensável, mas não o acaso.

Era de se esperar, conhecíamos os envolvidos, só não nos conhecíamos.

Ai sim entra a beleza do inesperado

Não sabíamos o que iria encontrar seria apenas uma festa

Mas ali, o momento e a festividade, afinal, era um casamento.

O local era perfeito e estava decorado para nós, claro que não,

Mas depois do que aconteceu tudo ali era nosso, até mesmo a noite estava nos olhando.

Seu frio na medida certa me fazia aproximar de você sem ser inconveniente,

Em pé, na janela do lado de fora, dentro, banheiro ainda mais o feminino.

Depois a praça dentro de uma fazenda os músicos a garçonete matando serviço

E nós ali falando de nós, nos convencendo de que éramos melhores um para o outro

Só ai então a uma da manhã chegou, e com ela o beijo delicado de seus lábios.

E então nos rendemos a algo que não poderias mais segurar e assim fomos unidos

Não é estranha a forma de descrever tudo? Talvez mas é o que vejo.

Então a noite ficou doce e o tempo parou, por um segundo o tempo parou para nos ver,

Apreciar o que estava acontecendo, ali fora, longe das vistas longe dos demais.

Éramos só nós e o tempo a nos olhar.